Domingo, 6 de Outubro de 2013

A poveira

 
 
 
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A poveira

Não sou filha de marinheiro
mas, sinto a marezia em mim...
Sou filha do vento
levando esta revolta
dos mal amados, dos incompreendidos,
de onda em onda, de maré em maré,
deixo-me navegar em alto mar;
Observando-te com olhar matreiro
como se de ti quizesse fugir...
Como se contigo,
senti-se a vontade de brincar
em teu corpo, sinto-me moldar
e por fim em ti me deitar
 lindo mar
serei...
 Sereia,  sem canto, sem magia
despertando em tuas aguas
o sentir da minha paixão
deixar ouvir meu coração,
As nuvens de ilusão
envolvem-me
no meu gemer, tento soltar-me
desta solidão
que a lua, ilumina com seu olhar serena
de quem tudo sabe, tudo entende
as estrelas cintilantes fazem este quadro magico;
O ceu, o cobertor aconchegador
desta linda historia de amor,
entre ti mar e eu
vem ao meu encontro
que o tempo passa por nós
minha saudade é a tua voz
que me faz comever
e para ti escrever...




Alzira Macedo
(apoveira)


publicado por Alzira Macedo às 19:34
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